Nunca confie na 1ª impressão!



Escrito por alexandreidalgo às 12h47
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"A preguiça é a mãe do progresso. Se o homem não tivesse preguiça de caminhar, não teria inventado a roda."

Mário Quintana

Escrito por alexandreidalgo às 20h50
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Versão/Tradução da música I Wish you love (written by Albert Beac and Charles Trenet)

Adeus, nem adianta lamentar.

A nossa história termina aqui.

Nunca seremos amantes, Apenas bons amigos.

Adeus, um dia, quem sabe, os nossos corações se chamem,

Mas antes de partir

Sinceramente quero te dizer:

Eu desejo a você alegria na primavera

Para que seu coração tenha motivo para cantar.

Depois, um beijo.

Mais do que isso

Eu te desejo amor.

No verão te darei uma limonada

E alguma sombra para você se refrescar.

Desejo a você saúde e riqueza.

Mais do que isso

Eu te desejo amor.

Eu e o meu coração partido concordamos

Que você e eu jamais seríamos um.

Então, com o melhor de mim,

O melhor mesmo,

Eu te liberto.

Na tempestade te desejo abrigo

Com uma lareira para mantê-la protegida,

Mas acima de tudo

Quando a neve cair

Eu te desejo amor.

 

Versão/tradução de A.Idalgo e Paulo Netho



Escrito por alexandreidalgo às 09h24
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Escrito por alexandreidalgo às 11h55
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"Quando Morrie chegou à adolescência,o pai levou-o a visitar uma peleteria onde trabalhava. Isso durante a Depressão. O Objetivo era conseguir trabalho para o filho. Mal entrou na fábrica, Morrie sentiu-se emparedado. O ambiente era escuro e quente, as janelas cobertas de poeira, as máquinas bem encostadas uma nas outras, girando como rodas de trem. Pêlos voavam, criando uma atmosfera espessa, e os operários, encurvados sobre as agulhas, costuravam as peles, enquanto o capataz percorria as fileiras gritando com os homens para apressarem o ritmo. Morrie mal conseguia respirar. Mantinha-se ao lado do pai, tremendo de medo, pedindo a Deus que o capataz não gritasse com ele. No intervalo do almoço, o pai levou Morrie ao capataz, praticamente empurrando-o, e  perguntou ao homem se havia algum trabalho para o filho. Mas o trabalho mal chegava para os adultos e ninguém abria vaga. Ouvindo isso, Morrie deu graças a Deus. Ele não tinha gostado nada daquele lugar. E ali mesmo fez um juramento que cumpriu até o fim da vida: jamais pensar em ganhar dinheiro com o suor alheio.

- O que é que você vai fazer?   - perguntava-lhe Eva.

- Não sei - ele respondia. De advocacia nem queria saber, porque detestava advogados. De medicina também não, porque não podia ver sangue.

- O que é que você vai fazer? 

Foi por eliminação que o melhor professor que já tive entrou para o magistério."   

Mitch Albom. A última grande lição, 1998. 

Quando peguei este livro para ler, pelo título, logo pensei que fosse mais um com aquelas histórias babacas de auto-ajuda. Um grande equívoco. Além disso, a primeira lição: nunca tirar conclusões precipitadas. O livro traz uma história linda e fascinante da amizade entre o professor Morrie Schwartz e seu aluno Mitch Albom.    

                                                                                                                                      

" As últimas aulas da vida de meu velho professor foram dadas uma vez por semana na casa dele (...) O assunto era o sentido da vida. (...) A última palestra foi breve, só algumas palavras. Em vez de colação de grau, um enterro. (...) O derradeiro curso da vida do meu velho professor só teve um aluno. Que sou sou ."  ALBOM. 



Escrito por alexandreidalgo às 01h03
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" Na minha opinião, amar uma pessoa talvez seja mais fácil do que entendê-la mas muito mais perigoso porque o amor sempre dói. A gente pode tentar entender alguém mas não pode tentar amá-lo. O amor surge involuntariamente. O amor pode aumentar ou diminuir até se diluir mas não pode ser imposto. Às vezes gostaríamos de amar determinada pessoa, e até podemos comprovar que a pessoa tem todos os atributos para que a amemos, mas isso não acontece. A gente se acostuma a qualquer um com maior ou menor esforço mas acostumar-se não é amar." (p.148)

Efraim Medina Reyes. In: "Era uma vez o amor, mas tive que matá-lo"



Escrito por alexandreidalgo às 22h29
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"Mónica sabia chupar melhor do que ninguém e sempre engolia o sêmen. Uma certa garota não era ruim mas tinha certos resquícios da sua breve militância feminista. Chupar, segunda ela, era sinal de submissão. Pensar que só fazia isso para me agradar me tirava o tesão e decidi eliminar essa parte do nosso repertório sexual. Para me compensar, deixou-me meter por trás três vezes por mês. Isso doía muito e me parecia um sinal pior de submissão. Ela alegou que a metida por trás era um autêntico impulso selvagem e portanto aceitável (...)"

Esse trecho foi retirado do livro "Era uma vez o amor, mas tive que matá-lo". O autor é Efraim Medina Reyes,colombiano,ganhador de numerosos e importantes prêmios literários em seu país. Efraim é considerado o menino prodígio da nova literatura colombiano. Seus livros já foram publicados com muito sucesso em quase toda a América Latina, Alemanha, Espanha e Itália. Você pode morrer sem ler este livro, mas seria interessante conhecer esse autor.



Escrito por alexandreidalgo às 21h32
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Arte de Amar

Se queres sentir a felicidade de amar, esquece a tua alma.
A alma é que estraga o amor.
Só em Deus ela pode encontrar satisfação.
Não noutra alma.
Só em Deus — ou fora do mundo.
As almas são incomunicáveis.

Deixa o teu corpo entender-se com outro corpo.

Porque os corpos se entendem, mas as almas não.

 

(Manuel Bandeira)



Escrito por alexandreidalgo às 15h27
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Elvis Presley - In The Ghetto...



Escrito por alexandreidalgo às 00h16
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POEMA PARA ANINHA

A ABELHINHA VOAVA DE FLOR EM FLOR

SUGAVA O MELZINHO

LEVANDO O AMOR

ENTÃO, O AMOR ESPALHOU-SE PELA ESTRADA

E A CRIANÇADA FICOU ENCANTADA

A ABELHINHA PASSEOU PELA CIDADE

E JUNTO COM O AMOR, TROUXE FELICIDADE

MAS, A ABELHINHA NÃO ESTAVA SATISFEITA

E CHAMOU MAIS UMA COMPANHEIRA

AGORA ERAM DUAS ABELHAS VOANDO

E MAIS AMOR IAM ESPALHANDO

POR CADA LUGAR QUE PASSAVAM

CONHECIAM MAIS UMA AMIGUINHA

FORMARAM UM ENXAME DE FADAS

LEVANDO O AMOR COM A VARINHA

O AMOR TOMOU CONTA DE TODOS

E TUDO FICOU MAIS BONITO

ERAM TANTAS ABELHAS UNIDAS

QUE O AMOR TORNOU-SE INFINITO...

 

 



Escrito por alexandreidalgo às 00h44
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 BANDA UMBRELLA

Escrito por alexandreidalgo às 00h49
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Sou trezentos e, às vezes, trezentos e noventa

Sou tantos que chego ser ninguém

O silêncio da multidão me ensurdece

Procuro em todos, mas você nunca vem

 

Não sei se você morreu

Ou vive na escuridão

Não enxergo mais a luz

Não sinto o bater do meu coração

 

Será que você nunca existiu?

Será que foi só imaginação?

Não posso mais viver assim

 

Sem você não há sentido

E em nada vejo emoção

Sou trezentos e minha alma continua sem direção...

 



Escrito por alexandreidalgo às 20h31
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1º DE MAIO

Vem 1º de maio, ajude-me a sair desta escravidão

Cansei de dar dinheiro ao meu patrão

Quero participar da minha vida

Preciso passear com a minha querida

 

Os meus nervos estão em pilhas

Ai! Que saudades da minha filha

Dorme pequenina que o papai já vem

Não me espere, que pode atrasar o trem

 

Amanhã será outro dia de cão

E antes que o galo cante

Papai já estará batendo o cartão

 

Assim, você vai crescendo, seu pai adoecendo...

Quem sabe um dia dessa eu saio

Até lá, FELIZ 1º DE MAIO!

 



Escrito por alexandreidalgo às 19h08
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soneto

 

O girassol segue o sol

e o meu coração, sua luz.

Vai o sol, pobre girassol

sem você, pesa a minha cruz.

 

Cabeça baixa não se vê a vida,

sem cruz não há vitória

me deixa triste a sua ida

sua presença é como glória.

 

O sol um dia voltará

para alegria do girassol.

Você decidiu me abandonar

 

para o meu coração magoar.

Somos como lua e sol

que pouco se encontrará.

                                                                      



Escrito por alexandreidalgo às 17h33
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          DIAMANTE DE MENDIGO

                                              

Eu tive que perder minha família para perceber
 o benefício que ela me proporcionava
É triste aceitar esse engano quando 
já se esgotaram as possibilidades
E agora sofro as atitudes que tomei 
por acreditar em verdades ignorantes
Que na época tomei acreditando numa moda 
passageira que se foi tal qual fumaça.
Não respeitei o sacrifício que custa para construir 
A fortaleza que se chama família
Acabamos no fim perdendo a quem nos ama 
só porque o jornaleiro da esquina
Falou que é otário
Aquele que confia
E é tão difícil confiar em alguém
Quando a gente aceita se mentir, se mentir.
Somente conhecendo a beleza da união 
é que a gente tem a força para não 
Não se enganar
E eu que me achava um diamante nas mãos de mendigos
 só pelo medo de não sê-lo.
Raul Seixas


Escrito por alexandreidalgo às 12h27
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