Escrito por alexandreidalgo às 21h24
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Escrito por alexandreidalgo às 20h39
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Escrito por alexandreidalgo às 07h29
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Soneto Anal

Bocage

Soneto localizado em um caderno onde poemas de Bocage e de Pedro José Constâncio
estavam misturados, não tendo se chegado em nenhuma conclusão definitiva sobre a
autoria do mesmo.

"Ora deixe-me, então... faz-se criança?
Olhe que eu grito, pela mãe chamando!"
Pois grite (então lhe digo, amarrotando
Saiote, que em baixá-lo irada cansa):

Na quente luta lhe desgrenho a trança
A anágua lhe levanto, e fumegando,
As estreitadas bimbas separando
Lhe arrimo o caralhão, que não se amansa:

Tanto a ser gíria, não gritava a bela:
Que a cada grito se escorvava a porra,
Fazendo-lhe do cu saltante pela!

— Há de pagar-me as mangações de borra,
Basta de cono, ponha o sesso à vela,
Que nele ir quero visitar Gomorra.

Fonte: www.revista.agulha.nom.br



Escrito por alexandreidalgo às 16h03
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10 DE JUNHO: DIA DA LÍNGUA PORTUGUESA

Este dia foi escolhido  para representar a data do Dia da Língua Portuguesa, porque marca o aniversário da morte de Luis Vaz de Camões, um dos maiores poetas portugueses. Ele faleceu no dia 10 de junho de 1580. Um dos poemas mais conhecido dele é este:

 

Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer;

É um não querer mais que bem querer;
É solitário andar por entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É cuidar que se ganha em se perder;

É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É ter com quem nos mata lealdade.

Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade,
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?

                           Luís de Camões

 



Escrito por alexandreidalgo às 08h04
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Olá queridos amigos!

Hoje,18 de abril, é o dia dos amigos aqui no Brasil e não poderia deixar essa data passar em branco.

"Depois de algum tempo você aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias, e o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida."
William Shakespeare

Abraços a todos.
Alexandre.

obs: dia 20 de julho é o dia internacional da Amizade!



Escrito por alexandreidalgo às 10h33
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Escrito por alexandreidalgo às 10h31
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Escrito por alexandreidalgo às 08h46
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The Frames



Escrito por alexandreidalgo às 06h48
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(...) - Estou com muita fome, dona. Pode arranjar alguma coisa de comer?

- Não sei. Vou ver.

- Havia na voz dela um tom de permanente lamúria. Tinha uns peitos flácidos e uma pele terrosa. Mas não era repugnante. E,fosse como fosse, era uma mulher.

De pé, junto da cama, Rodrigo ouvia o rascar das chinelas da companheira do Nicolau. Sabia que para ir à cozinha Paula tinha de passar pelo seu quarto. Entreabiu a porta e ficou esperando de luz apagada. E, quando o vulto da mulher passou, Rodrigo murmurou:

- Dona Paula...

Ela estacou, muda. Ele a segurou pelos ombros e puxou-a para dentro do quarto. Sentiu que ela tremia toda, como se estivesse com sezões, mas não fez nenhum gesto, não disse a menor palavra. Arrastou-a para a cama. (...)

 

Este trecho foi tirado do livro "Um certo capitão Rodrigo" de Erico Verissimo. Uma leitura gostosa que prende o leitor do começo ao fim. Vale a pena conferir! 



Escrito por alexandreidalgo às 08h35
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O labirinto do fauno

 

NÃO É A TOA QUE A GULA É UM DOS 7 PECADOS CAPITAIS!!!



Escrito por alexandreidalgo às 12h17
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Tem dias que a gente se sente um pouco talvez menos gente,

Num dia daqueles sem graça de chuva a cair na vidraça...

Sem qualquer amigo do lado

Sozinho em silêncio calado

Com uma pergunta na alma:

Por que nessa tarde tão calma o tempo parece parado!

Raul Seixas



Escrito por alexandreidalgo às 22h00
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* www.art-sor.com *

 



Escrito por alexandreidalgo às 21h24
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E agora José?

A festa acabou...

A nossa festa acabou...

Quatro anos passaram como se fossem quatro dias.

Ficaram saudades, ficaram amizades, e alegrias...

Dá um vazio no peito, mas a verdade é que a festa acabou...

Como queria que amanhã fosse o nosso primeiro dia de aula.

Mas, a festa acabou!

Não José, não teremos outra chance!

A festa acabou e nem nos despedimos direito.

Sei que não gostamos de despedidas, às vezes somos fracos, né?

Até o último gole teve que ser apressado!

A vida nos apressa muito...

Corremos tanto, tanto e não chegamos a lugar nenhum.

José,

bem vindo ao século XXI...

A luz apagou,

o povo sumiu...

E pra nós José,

sobrou o de sempre:

A solidão!

Não zombe de mim José!

Sei que temos a chave, mas

falta encontrarmos a porta.

José, quer saber de uma coisa?

Vou montar no Rocinante

e fugir para Pasárgada enquanto há

Tempo!

 

Um abraço e até outra vez,

Alexandre.

 

 



Escrito por alexandreidalgo às 07h05
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Nunca confie na 1ª impressão!



Escrito por alexandreidalgo às 12h47
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